Qual o tratamento fisioterapêutico para o joelho doloroso? Sinto dores quando fico muito tempo sentado, ao descer escadas e ao correr.

•27/04/2009 • 21 Comentários

joelho-doloroso

Pelos sintomas o quadro seria a Síndrome Dolorosa Fêmuro-patelar, uma condição em que a patela ou rótula se encontra não está posicionada corretamente e desta forma durante os movimentos de flexão e extensão de joelho como subir ou descer escadas, agachar e ficar sentado a patela fica raspando no osso da coxa, o fêmur, e com isso desgasta a cartilagem aparecendo as dores, geralmente na região anterior do joelho. Como tratamento inicialmente se faz uma avaliação médica com exames complementares como o raio-x, onde se evidencia o posicionamento dos ossos do joelho e até o ressonância magnética que mostra estruturas moles como músculo, cartilagem ligamentos etc. Com a fisioterapia analisamos o alongamento muscular principalmente da região posterior e anterior da coxa, o alinhamento da perna e o equilíbrio da musculatura da coxa principalmente entre os vastos medial e lateral. Desta forma o tratamento consiste em alongar os músculos encurtados os mais comuns os quadríceps, tríceps-sural e os ísquio-tibial, eletroestimulamos e aplicamos exercícios específicos para fortalecer os músculos fracos como o vasto medial reequilibrando-o com o vasto lateral e assim conseguir o alinhamento da patela, exercícios como os de Kabat onde conseguimos realinhar os membros inferiores. No geral deve-se fazer uma avaliação minuciosa na procura da real causa do desalinhamento da patela que levará ao desgaste da cartilagem e com isso as dores. Pois, temos que tratar a causa e não a dor e no caso do joelho se segue desta foram.sdfp2

Escrito por: Rodolfo Borges Parreira

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Importância do exercício fisioterapêutico no tratamento de diabetes

•20/04/2009 • 2 Comentários

fisioPrática de exercícios feitos de forma correta, sob cuidados de um fisioterapeuta, ajuda a melhorar tanto a circulação do sangue quanto a sensibilidade em perceber machucados. Isso evita complicações que em estágio avançado podem levar até à amputação” Juliana Prestes Mancuso

Um bom programa de fisioterapia inclui:

– Educação na rotina de bons hábitos de posicionamento do corpo (postura);

– Acompanhamento das tarefas ligadas ao dia-a-dia para impedir a exposição a complicações, como por exemplo, feridas nos pés;

– Diminuição de dores articulares;

– Diminuição na percepção de sensações desconfortáveis, como por exemplo, queimação e sensações de dor como se fossem “agulhadas” e “choques”;

– Readaptação no menor período de tempo após a colocação de uma prótese, componente que substitui uma parte do corpo;

– Auxilio na marcha, através de bengala, cadeira de rodas e muleta orientados conforme a maneira correta de se utilizar.

Fonte: uol

Grupo acha mutação genética que causa melanoma

•16/04/2009 • Deixe um comentário

Um grupo de cientistas no Reino Unido acaba de apontar uma mutação genética que pode, por conta própria, desencadear o melanoma, o câncer de pele mais letal. A alteração de DNA estudada pelos cientistas fica num gene batizado de BRAF e está presente em 70% dos melanomas. Um estudo liderado por Richard Marais, do Instituto de Pesquisa do Câncer, em Londres, conseguiu criar a mutação de maneira controlada em camundongos e mostrou que ela pode desencadear o processo que leva melanócitos (células que conferem pigmentação à pele) a formarem tumores.

O sucesso da pesquisa tem implicação tão direta para a clínica que os cientistas já começaram a testar drogas nos animais geneticamente alterados para o tratamento do tumor.

Fonte: Folha on-line

Alzheimer ‘dá sinal’ no cérebro décadas antes de se manifestar, diz estudo

•11/04/2009 • Deixe um comentário

cerebro107/04/09 – Uma pesquisa britânica sugere que jovens adultos com uma variação genética que aumenta o risco do Mal de Alzheimer apresentam mudanças na atividade cerebral décadas antes dos sintomas da doença aparecerem.

Diferenças na região do cérebro que envolve a memória, conhecida como hipocampo, já foram mostradas em pessoas de meia idade e idosas que possuem uma variação do gene APOE4.

O estudo usou exames de ressonância magnética (fMRI) realizados na Universidade de Oxford para comparar a atividade dentro dos cérebros de 36 voluntários, sendo que 18 deles possuíam pelo menos uma cópia do gene APOE4.

Todos os voluntários no estudo tinham entre 20 e 35 anos e todos realizaram normalmente tarefas para testar suas habilidades cognitivas.

Os pesquisadores observaram como os cérebros dos voluntários se comportavam enquanto eles estavam descansando e enquanto eles realizavam uma tarefa relacionada à memória. Mesmo quando os que possuíam o gene APOE4 estavam descansando, os pesquisadores observaram padrões diferentes de atividade cerebral entre os que tinham o gene e os que não tinham.

Os exames mostraram diferenças visíveis na forma como o hipocampo se relacionou com o resto do cérebro.

A pesquisa, realizada pela Universidade de Oxford e pelo Imperial College de Londres, foi publicada na revista especializada Proceedings of the National Academy of Sciences.

Fonte: BBC Brasil

Estudo sobre a injeção de células-tronco no cérebro de pacientes vítimas de AVC será iniciado este ano na Escócia

•08/04/2009 • Deixe um comentário

cerebroCélulas-tronco derivadas de tecidos fetais humanos serão injetadas no cérebro de pacientes vítimas de AVC em um ensaio clínico a ser iniciado em Glasgow no final deste ano. A meta é determinar se as células-tronco neurais podem reparar os tecidos lesados pelo AVC. A ReNeuron, empresa sediada no Reino Unido que desenvolveu a linha de células-tronco, voltou-se para a Grã-Bretanha a fim de realizar a pesquisa após não conseguir aprovação nos Estados Unidos.

O ensaio clínico envolverá 12 pacientes incapacitados após um AVC isquêmico. O objetivo da fase I é testar a segurança e também buscar indicações precoces acerca do valor clínico do tratamento. As células para o ensaio são derivadas de uma única doação de tecido fetal a partir do qual foram criados bancos de células manufaturadas. Essas células serão usadas em ensaios clínicos subsequentes.

Fonte: BMJ Brasil

A fisioterapia pode ajudar no fortalecimento muscular?

•03/04/2009 • Deixe um comentário
A fisioterapia ajuda no fortalecimento muscular, especialmente quando há alguma debilidade ou depois de um procedimento cirúrgico.

A fisioterapia ajuda no fortalecimento muscular, especialmente quando há alguma debilidade ou depois de um procedimento cirúrgico.

Sim, a fisioterapia ajuda no fortalecimento muscular, especialmente quando há alguma debilidade como nos casos de imobilizações por gesso ou depois de um procedimento cirúrgico; ou ainda para reequilibrar uma musculatura de alguma articulação.

No primeiro caso, em apenas dois dias de imobilização há uma perda de 50% a 70% de força muscular, e consequentemente uma grande atrofia. Desta forma, devemos não só fortalecer mas, antes desta etapa, ”despertar” o músculo para depois ganhar força.

Em um pós-operatório, a musculatura também passa por um processo de atrofia significativa devido à própria cirurgia, repouso e dor. Nestes casos a fisioterapia entra com um trabalho de fortalecimento por meio da cinesioterapia, em que há a aplicação de várias técnicas específicas para ganhar força muscular, mas sempre com um cuidado excepcional, pois cada cirurgia tem sua particularidade.

Para o reequilíbrio muscular devemos fortalecer aquele músculo débil para assim trabalhar em sinergia (em conjunto) com outros músculos, evitando um desequilíbrio articular, e consequentemente uma lesão futura. Deste modo, o objetivo é promover o fortalecimento global posterior a este equilíbrio muscular.

Rodolfo Parreira, fisioterapeuta

Tendinite pode ser tratada com fisioterapia?

•03/04/2009 • 2 Comentários
Locais mais comuns de ocorrência de tendinites

Locais mais comuns de ocorrência de tendinites

A tendinite no bíceps ou tendinite bicipital caracteriza-se por uma inflamação na porção tendinosa do bíceps, podendo ser localizada na proximidade do ombro, atuando com outros músculos e auxiliando nos movimentos do mesmo, e na porção distal, localizado próximo ao cotovelo, que realiza o movimento de flexão do antebraço.

As causas mais comuns se devem a movimentos repetitivos realizados em postos de trabalho em que o braço permanece por muito tempo elevado acima do ombro e por meio de flexão repetida de cotovelo, tais como carregar caixas, movimentos de puxar objetos, entre outros, caracterizando um trabalho repetitivo.

É também muito comum em atletas praticantes de tênis, musculação, natação e ciclismo.

A tendinite bicipital pode e é tratada com recursos fisioterapêuticos. Após um diagnóstico funcional do complexo do ombro e cotovelo, segue-se a conduta fisioterapêutica, que poderá ser com recursos eletroterapêuticos (aparelhos utilizados para diminuição da dor e inflamação); gelo, que é utilizado na fase aguda para diminuir os sintomas da inflamação; a cinesioterapia, em que são feitos exercícios terapêuticos e alongamentos específicos para a correção do alinhamento do ombro, que na maioria dos casos contribui para o surgimento e a manutenção deste processo inflamatório.

É importante também manter repouso, dependendo do estágio desta tendinite. Outro ponto importante é corrigir a postura e do posto de trabalho do paciente, além de fazer a análise detalhada do gesto esportivo do atleta em sua modalidade.

Rodolfo Parreira, fisioterapeuta